Saiba como educar sem punir

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A educação é e sempre foi a chave para a construção de pessoas saudáveis e consciente dos seus direitos e deveres. Mas como educar sem punir? Os pais geralmente...

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Saiba como educar sem punir

A educação é e sempre foi a chave para a construção de pessoas saudáveis e consciente dos seus direitos e deveres. Mas como educar sem punir? Os pais geralmente ficam surpresos ao ouvir que a maior parte do que é considerado como disciplina - palmadas e castigos, por exemplo - não ajuda as crianças a tornarem-se pessoas responsáveis e auto disciplinadas. Mas o que foi ensinado e transmitido ao longo do tempo é que os pais castigam para que as crianças aprendam a comportar-se, certo? Portanto, não seria possível a existência de uma educação sem punição. Mas nos últimos anos isso tem vindo a mudar, pois agora sabe-se que as crianças aprendem o que experienciam. Assim, a maneira mais eficaz de ensiná-las é a partir do exemplo e tratá-las da maneira como queremos que elas tratem os outros: com compaixão e compreensão. Quando batemos, punimos ou gritamos, as crianças aprendem a agir da mesma forma. Ou seja, punir para definir ou manter limites incentiva o comportamento agressivo. Por isso é importante encontrar novos caminhos para a educação infantil e, educar sem punir certamente é uma das melhores alternativas. Educação infantil: outros caminhos possíveisProvavelmente está a perguntar-se como é que o seu filho pode ser repreendido e educado numa determinada situação, se não o “disciplinar” quando ele erra. Com essa questão, está a assumir que precisamos punir as crianças para lhes "ensinar uma lição". Mas a verdade é que pesquisas mostram que punir crianças cria um mau comportamento. Ser punido desgasta o relacionamento entre pais e filhos e destrói a maneira como os filhos veem os pais. Isso deixa a criança com raiva e na defensiva. As crianças rapidamente esquecem o comportamento “mau” que levou à sua punição. Mas não esquecem a punição e podem sentir que não são amados. A punição desconecta os filhos dos pais, então os mesmos acabam por ter menos influência sobre as crianças. Sendo assim, a punição ensina todas as lições incorretas sobre educar com sabedoria e de forma positiva. Se permanecer gentil e conectado enquanto os limites são estabelecidos, existe uma maior probabilidade de criar mais amor entre os membros da família. Afinal, os filhos são mais propensos a aceitar os limites e assumir responsabilidades quando se age com clareza e firmeza. A forma como eles nos veem modela a autorregulação emocional e a capacidade de administrar as suas próprias emoções e, portanto, o seu comportamento. Então, como é possível educar sem punir? Educar sem punir: Dicas práticasExistem inúmeras formas de educar sem punir. Por isso, damos-lhe algumas dicas de seguida.

1 - Regule as suas próprias emoções

É assim que as crianças aprendem a regular as suas próprias emoções. Você é o modelo. Não aja quando estiver chateada. Respire fundo e espere até ficar calma antes de resolver a situação. Resista ao impulso de ser punitiva.

2 - Dê apoio para que eles possam aprender

Considere o exemplo da aprendizagem. Na primeira infância a criança é muito dependente e os pais estão sempre muito envolvidos. Mas gradualmente é preciso dar espaço para que a criança assuma mais responsabilidade e, eventualmente, aprenda tudo que precisa para viver de forma independente. Aprender a dizer obrigado, lembrar-se dos seus pertences, alimentar o seu animal de estimação, fazer os trabalhos de casa e diversas outras atividades devem ter o apoio dos pais para que a criança possa aprender. As rotinas fornecem o “andaime” para o seu filho aprender habilidades básicas. Até pode estar chateada porque ele se esqueceu de fazer alguma coisa (novamente). Mas gritar não o ajudará a lembrar-se. O seu filho deve sentir-se confortável para aprender e, isso envolve tentativa e erro.

3 - Conecte-se antes de corrigir

Conecte-se antes de corrigi-lo e permaneça conectada, mesmo enquanto orienta, para despertar o desejo do seu filho de ser a melhor versão de si próprio. Lembre-se de que as crianças se comportam mal quando se sentem mal consigo mesmas e desconectadas da família. Lembre-se de que todo “mau comportamento” é uma expressão, ainda que equivocada, de uma necessidade legítima. Ele tem um motivo, mesmo que você não ache que seja bom. O seu comportamento é terrível? Ele deve-se sentir mal por dentro. Ele precisa de mais horas de sono, maior conexão com a família, mais tempo ocioso, mais chances de chorar e liberar as emoções perturbadoras que todos nós armazenamos? Aborde as necessidade subjacentes dele e elimine o mau comportamento. Converse! Quando tudo mais falhar, dê-lhe um grande abraço. Conexão e compaixão transformarão qualquer relacionamento. Não acredita? Tente priorizar a conexão e a compaixão nesta semana e veja o que acontece.

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