Será que existe tal coisa como ser mãe a part time?

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Será que existe tal coisa como ser mãe a part time?
A partir do momento em que o teste de gravidez é positivo nasce uma mãe! Existem muitas mães que têm a possibilidade de serem mães a tempo inteiro . Ou seja têm a possibilidade de ficar em casa durante a primeira infância e a fase de crescimento das crianças. No entanto muitas vezes por motivos pessoais ou profissionais não é possível que essa mãe acompanhe todos os segundos da vida dos pequeninos. E aí são muitas as pessoas que pensam que acabam por ser mães a part time . Mas será que existe tal coisa como mães a tempo inteiro ou mães a part time? Na verdade a resposta é não! Mas iremos falar um bocadinho melhor sobre este tema! Ser mãe a part time: isso nunca foi uma realidade Existem mulheres que por terem uma carreira profissional independente ou por terem posses económicas elevadas podem ficar em casa além do período de baixa. Mas a realidade é que a grande maioria das mães não tem essa possibilidade. Ao final de 5 ou 6 meses (dependendo se partilha a licença com o pai) a mulher tem de voltar ao trabalho (mesmo que seja apenas durante algumas horas). Mas será que por isso é menos mãe que as outras que podem ficar em casa a tomar conta dos filhos e a deambular pela casa enquanto organizam tudo? Claro que não! Na verdade na grande maioria dos casos a mulher acaba por estar muito mais ansiosa e stressada porque não tem a capacidade de estar presente. E é durante esse período que começam a surgir as preocupações: E se ele fica doente? E se acontece alguma coisa e ninguém me diz? E se eu não conseguir chegar à ama a tempo de lhe dar de mamar? E se a ama o aleija e não me diz? E se ele passa fome durante o dia? E se me ligam e eu não consigo atender? E se São tantos os e se que passam pela cabeça destas mulheres que tiveram agora de deixar os seus pequeninos ao cuidado de outras pessoas porque tinham de voltar ao trabalho! Será que elas passam a ser mães em part time? Claro que não! Mãe é mãe! Longe ou perto! Em casa ou a trabalhar! Em Portugal ou na Rússia! Assim e partindo deste pressuposto não deixamos de ser mães quando fechamos a porta de casa para ir trabalhar. Além disso existe um ponto que é transversal! Ter tempo e estar presente são coisas muito diferentes. Ora vejamos! Muitas vezes podemos trabalhar e continuar a ter a flexibilidade de estar presentes para os nossos filhos! É possível aproveitarmos para os ir deixar e buscar à escola ficar em casa quando eles estão doentes ou simplesmente ficar à espera que o autocarro parta para o passeio! Mas a maior parte das mães não tem essa possibilidade! Será que são menos mães por isso? O que podemos fazer nesse sentido? Existem inúmeras situações que devem ser revistas no nosso país e que podem ajudar milhares de mães a aproveitar muito mais a gravidez e a maternidade não descurando das suas carreiras profissionais. Infelizmente quando uma mulher engravida para uma empresa acaba por ser uma verdadeira dor de cabeça . A entidade patronal pensa muitas vezes: Vai ficar não sei quantos meses em casa e vou ter de encontrar alguém que faça a licença de maternidade Vai começar o desassossego e as faltas Ela vai ser menos produtiva Vai começar a estar pouco concentrada Não vai poder ir para fora em reuniões ou fazer horas extra Enfim por muito que nos custe estas frases passam na cabeça de todas as entidades patronais a partir do momento em que uma mulher anuncia a sua gravidez. E o que podemos fazer para melhorar? Podemos tentar ser muito mais cooperantes enquanto comunidade e acima de tudo podemos enquanto entidade patronal promover um maior apoio às mães! Uma mulher não devia ter de decidir se quer ser mãe ou se quer ter uma carreira! Ambas as situações devem poder coexistir em conjunto. Esperamos que no futuro estes pontos deixem de ser a preocupação e que todas possamos ser mães a tempo inteiro sem precisarmos de desistir da nossa carreira profissional.
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